DesignBR

Vai Design!!

Achei o seguinte link:

http://www.tabelaadg.blogspot.com

Nele, como se pode notar eu pré-perceber, existe uma tabela de preços. O que eu sugeriria era que, fossem colocados por cada um os valores para:

o cliente ideal

valor com desco, depois de uma árdua negociação para que os dois lados (repito os dois lados) ficassem de acordo

valor abusivo exigido pelo cliente mas ACEITO em virtude de necessidade de algo (grana, portifólio, indicação).

Pra que isso? Bom, se todos colocarem os valores corretos e de onde são, poderemos mapear muitas coisas como por exemplo, regiões onde o design é melhor recebido, valor pago x custo de vida entre outras.

Eu sei que muita gente não gosta de expor seus valores, mas creio que isso deve fazer gerar uma indicação maior e por conseguinte uma usabilidade melhor e prática pra este portal.

Tags: Mercado, de, trabalho

Exibições: 1250

Responder esta

Respostas a este tópico

Eu não sou (totalmente) a favor de uma tabela. O valor ideal para cada trabalho exige uma série de variantes, e o valor hora/empresa deve ser calculado com base em suas proprias "tabelas" de custo hora/home, custos fixos, despesas etc..

Pegar uma tabela de referencia e aplicá-la pode ser um tiro no escuro, no valor tanto pra cima quanto pra baixo. Não creio que devamos expor valores, afinal cada um escolhe sua margem de lucros sobre um produto/serviços de acordo com a análise que faz do mercado e tem custos fixos bem diferentes, ainda mais se cosiderarmos Brasil todo.

Mas seria de grande ajuda se os profisisonais autonomos (freelancers, pra não citar os micreiros) também colaborassem para uma tabela honesta, colocando como custos fixo energia eletrica, a compra do softwares, valores de NF e desfesas contábeis e possíveis aluguéis.. etc. Como normalmente moram/trabalham no nesmo local e usam equipamentos próprios e soft piratas, seus preços caem muito, fazendo essa tabela aí em cima parecer utopia no mercado das Pequenas Empresas.

Por outro lado quando uma grande empresa de design cobra 380mil para criar uma identidade visual completa, acham um absurdo (mas eles tem seus custos que elevam demais o valor, profissionais de alto gabarito, alguéis carissimos etc).
Eu acho que mais util do que nivelar uma tabela de preços, seria criar uma tabela de horas, por projeto. Assim todos saberiam quanto tempo se gasta em média para cada trabalho. Depois cada um decidiria quanto vale a sua hora de trabalho, e poderia fazer a tabela de preços que bem entendesse.
Muitos assuntos levantados....
vamos por vez:

valor hora; concordo em focarmos nesse ponto, mas como todos sabemos a variante para melhorar o valor, inapelavelmente, é a aptidão de cada um com os diversos softwares ou meios de trabalho.
Da nanquim ao rendering digital, tudo que envolve esse espaço até a apresentação e aprovação, tudo deve ser analisado.

Custos fixos: isso vai variar muito, mas poderiam ser usados como referencia, já que não expõe os valores do designer diretamente. Custo fixo para trabalhar. Isso seria legal descobrir de cada região.

Software pirata: quem admitiria?
Acho que o certo mesmo é você fazer uma planilha bem organizada dos seus gastos... e depois disso definir o seu valor/hora ou valor/projeto (desde que você saiba quanto tempo demora para cada projeto)
pois no caso dos 99% dos designers que são freelas, definir quanto você GASTA para trabalhar é fundamental para definir sua margem de lucro e consequentemente quanto você irá ganhar por projeto...
eu por exemplo:
defino quanto vale meu tempo calculando desde a energia elétrica que eu gasto até quanto eu investi em equipamentos, conhecimento, etc... depois disso eu resolvo uma porcentagem de lucro x sobre o meu gasto, e é aí que entra o valor/hora...
acho que cada um deveria pensar nisso ao invés de procurar tabelas... cada um saber quanto gasta para trabalhar antes de pensar em quanto ganhar....
mas reforço: é importante que seja um cálculo sincero... não adianta dizer "agora vou cobrar R$ 50.000 por esse site pq eu preciso comprar um carro" pq mesmo que você ache que está fazendo certo, o cliente sabe que vc está errado... seja sincero com você mesmo e com o cliente e com certeza ele voltará ou te indicará para vários outros.

abçs
me sinto mal só de pensar em tabela, vai de cada cliente, vai de cada trabalho, é como ja falaram ai em cima, uma serie de variantes....
Bom pessoal.
Eu preciso ser sincero.
Eu acho o uso de uma tabela certo somente por organização.
Porque você consegue estipular um média para mais ou para menos de acordo com as necessidades do cliente em cima da carga de trabalho.

Eu atualmente uso uma tabela. Levando em consideração que sou recem formado em DG e estou aos poucos me inserindo no mercado.

Moro em Itajaí - Santa Catarina. Infelizmente a cultura de design não chegou aqui e nem na região do vale do Itajaí. são poucos os casos dos empresários que sabem a falta que faz um bom trabalho de comunicação.

Essa tabela da ADG se não estou enganado é de 2002-2004. muitos itens ali já tiveram seus valores alterados e tbm vale dizer que são para o estado de são paulo.

Eu uso a mesma tabela para referência, mais tbm uso a da Adegraf de Brasilia.

Pelo meu estado inicial da carreira, poucos clientes, poucos trabalhos e a falta de uma firma registra (escritório) eu calculei uma porcentagem dessa tabela para ser o preço que iria cobrar, levando em consideração meu gastos básicos, que seria agua, luz e lucro.

atualmente utilizo um valor a 15% do preço da tabela acima mencionada.

Bom, vou dizer que mesmo assim clientes de médio porte ainda se queixam...

Eu não sei o que vcs acham disso, se acham ruim ou bom, só posso dizer que infelizmente para mim cobrar por horas trabalhadas é muito mais complexo, pois os clientes por aqui não etendem prq de cobrar por hora, mesmo prq eu já tentei trabalhar assim e um trabalho simples acabou estrapolando muito o preço.

outra coisa que tbm acho válido mencionar aqui, é a importância de mencionar esses valores em um contrato.

hj em dia sem contrato não dá mais pé.

tem que ser bem exigente, esclarecer e normatizar tudo, pois se der bobeira vc roda fácil...

Abs.
Ah, acabei esquecendo de colocar:

Além de gastos básicos, é bom tbm tem em mente a cultura do target para a qual vc vai estar fechando um negócio.

Claro que com isso não estou aqui querendo somente expor meus preços e me achar um negociador, nem muito menos estar prejudicando os colegas de profissão. Longe disso. No entanto preciso estipular um preço para os meus produtos para que meus clientes saibam o quanto cobro por determinado trabalho, já que eles precisam disso muitas vezes na hora. e dessa forma acabo podendo por muitas vezes fazer negociações em cima disso.

Outra coisa que tbm percebi é o preconceito contra os recém formados. é bom dizer que tem muito recém formado freelancer, fazendo melhor do que muita agência ou escritório e não acho que eles não possam ter a oportunidade de conseguir grandes contas.

Inclusive fiquei bastante chateado com isso, pois sei do meu potencial e tbm sei "avaliar" o potencial alheio, e adimito quando ele me supera e quando ele fica no chinelo. mais não é por isso que saio me vangloriando por cima dos outros.

Antes de sair "pisando" é bom procurar ter em mente o potencial e os talentos de cada um. e saber avaliar seus próprios hein?!
Algo para servir de referência é esse texto do Fernando Galdino no Antigo Blog Design que agora é espaço... Vai entender...
Mas leiam e vejam o que acham disso:

"Custo: o quanto de recursos são aplicados para que ele seja disponibilizado ao mercado. Isso inclui todos revezes da produção, como compra de moldes, pagamento de funcionários, despesas com projeto, etc. Os maiores custos, e que estão relacionados com a produção em série e basicamente não crescem muito independente de quantas unidades são fabricadas (como aluguel do galpão de uma fábrica, por exemplo) são divididos pelas unidades a serem vendidas, assim, quanto maior o número de unidades menor será seu custo fixo. Pode ser calculado e previsto.

Preço: É o que o comprador paga. É o quanto entra de receita para o vendedor. Ele se equilibra entre o quanto o produto custa (para quem vende) e o quanto vale (para quem compra).

Valor: É o que o comprador percebe. É o quanto ele acha que vale um produto ou serviço e o que determina o quanto ele está disposto a pagar por aquele benefício. É extremamente subjetivo, variável de pessoa para pessoa e por isso difícil de prever."

Para ler o resto, cliquem aqui.
Realmente essa tabela é muito util, mais atualmente os preços fogem um pouco da realidade. Pelo menos na cidade onde eu vivo.

Nosso meio infelismente existem muitos "micreiros" e infelismente a população ainda não reconhece e muito menos valoriza a nossa profissão no interior.
Nas cidades menores convivemos com um grande problema quanto a desvalorização do nosso serviço. Aqui pelo menos é uma cidade de médio porte, porém existem as "graficas rapidas", estilo padaria! Cliente chega em um dia e no outro dia eles entregam o serviço pronto a 15 reais a arte, sendo essa qualquer arte.

E como a profissão ainda não é reconhecida e está chegando ainda no mercado, apenas os empresários mais novos dão valor a ela, os empresários mais velhos acham que não precisam disso.

Por isso falo que infelismente essa tabela não funciona muito bem. Mas também não devemos nos prostituir e concorrer com esses "micreiros" fazendo artes por 15 reais independente do tipo de arte que seja.

Nós como profissionais, ou futuros profissionais temos que valorizar a nossa profissão e de uma forma ou de outra impedir que essa banalização aconteça!

RSS

-----------------------

O banner de sua empresa também pode estar aqui.
Entre em contato conosco para saber mais detalhes.
portaldesignbr@icloud.com

Membros

Design: Ações e Críticas

Design de Ambientes – Breve histórico, definições e considerações

Paula Glória Barbosa Profª MSc da Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais Considerações sobre o termo design A palavra design tem ambiguidade em sua etimologia. Designare, do latim, origem mais remota do termo, significa, simultaneamente, designar (conceber, projetar, atribuir) e desenhar (registrar, configurar, formar) (CARDOSO, 2008)[1]. Segundo Schneider (2010, p.195)[2], em … Continuar lendo

Encerrando parte de minhas atividades.

Bom pessoal, faz tempo que não escrevo nada por aqui. Tive meus motivos para isso. Mas este será, em definitivo, meu último post ou comentário sobre o assunto regulamentação. Na verdade eu estava tentando acesso ao PL através de alguns parlamentares conhecidos meus e não podia dar pistas do que estava sendo feito. No entanto, … Continuar lendo

N_Goiânia 2014 – confirmado!

Pois é pessoal, mais um NDesign pela frente. Apesar deste ser a VIGÉSIMA QUARTA edição do evento, é apenas a TERCEIRA onde Design de Interiores/Ambientes tem seu merecido espaço na grade. Já podemos dizer que conseguimos ser reconhecido, pelos acadêmicos, como uma área do DESIGN! E eu mais uma vez estarei por lá defendendo a nossa área. … Continuar lendo

O que vai mudar para quem não tem formação em Design após a regulamentação?

Praticamente nada. Todos poderão continuar realizando seu trabalho tranquilamente. A questão é: o uso do título “designer (+ área)” ficará restrito aos profissionais legalmente habilitados de acordo com as diretrizes do MEC. Por exemplo: O decorador vai continuar fazendo seus projetos tranquilamente. Mas deverá utilizar o título pertinente à sua atuação/formação: Decoração. Logo, Decorador de Interiores. O … Continuar lendo

É puro blablablá… CHEGA!

Bom pessoal, lamento informar mas realmente não dá mais para continuar nisso. Já escrevi recentemente sobre isso aqui no blog mas atendendo aos pedidos me mantive na luta pela regulamentação. Agora realmente não dá mais. O desgaste emocional/pessoal está muito grande e está atrapalhando o meu lado profissional. E tenho outras prioridades em minha vida … Continuar lendo

Fotos

  • Adicionar fotos
  • Exibir todos

© 2014   Criado por Portal DesignBR.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço


Corpo do texto