DesignBR

Vai Design!!

Fazia um tempo que não postava nenhuma discussão, mas, estou indignado.
Segundo o site do Ministério do Trabalho e Emprego
Temos as listagens das profissões regulamentadas!
Ex: Garimpeiro, Lavador e Guardador de Veículo, Leiloeiro, Motoboy e até Peão de Rodeio.

E O DESIGNER?

Estava olhando os PL sobre a REGULAMENTAÇÃO de design no site da Câmara e cada vez ficando mais indignado!
Os argumentos sobre a NÃO REGULAMENTAÇÃO são de visíveis interesses politicos e economicos!
Ai eu lhes pergunto,

Porque o Sr Deputado LUCIANO CASTRO, SEMPRE TEM QUE SER DO CONTRA?
Porque o Sr Deputado fala tanto sobre o inciso III do art. 5º da Constituição Federal – liberdade de trabalho.

Por um acaso o Sr. deixaria alguem fazer uma cirurgia em sua mãe que não fosse médico Sr. Deputado?
Isso deve está ferindo o inciso III do art. 5 da Constituição, afinal, tem gente no interior e locais indiginas que sabem fazer o parto de uma criança, o que diria uma SIMPLES cirurgia em Vossa mãe Sr Deputado!
Mas, um produto, que tem que ter toda analise de projeto, estética, ergonomica e por aí vai, qualquer pessoa pode fazer né Sr. Deputado?
Fica difícil, acreditar em política, quando os que nos representam ou melhor os que DEVERIAM nos representar votam sempre CONTRA um interesse de toda uma Classe. Muito obrigado Sr. Deputado

Ahh e ainda vem me falar de RESERVA de mercado?
Temos que fazer como os políticos rapaz, garantir essa "reserva"! Afinal são reeleitos infinitamente não é Sr. Deputado? Tem uns que reservam até lugar pra família lá dentro!

E assim termino meu post. Agradecendo ao Sr. Deputado, pela sua NOBRE ajuda como representante!

Exibições: 247

Responder esta

Respostas a este tópico

não, geralmente ela vem resumida antes do texto e um pouco mais esmiuçada no voto do relator. No entanto é difícil conseguir acesso ao inteiro teor destas uma vez que quem as manda para análise, as mantém fechadas à sete chaves, como é o caso deste da ABD de decoração de interiores.
E qual é o motivo de deixar a justificação tão secreta assim? Não deveria ser público já que atende interesse de uma classe?

(obrigado pelas infos Paulo!)

Abraço
Só para nos deixar com mais dor de cotovelo:

Congresso deve regulamentar profissão de "flanelinhas" e lavador de carro.

http://noticias.uol.com.br/empregos/ultnot/2009/09/29/ult6957u1192....

Somos mesmo muito incompetentes.... rs
pqp - desculpem o termo mas no cabe outro

e depois alegam no veto do PL de regulamentação que a profissão para ser regulamentada deve efetivamente colocar em risco a vida dos usuários.
aff
Por outro lado isso é bom: estão assinando um atestado de que esses flanelas são mesmo vagabundos e marginais, vivem à margem da sociedade usurpando um direito publico: estacionamento livre. E pior: estorquindo as pessoas.
No RJ, ha 3 anos fui estacionar o meu carro em copa e um desse chegou e me falou que a vaga custava "10 real". Reclamei pois achei um absurdo e o cara me mostrou uma faca por baixo da camiseta.
fala serio...
aqui em Londrina, pasmem: ate no estacionamento do fórum/prefeitura/camara os safados estão lá e ai de quem nao pagar...
Acho que o real motivo é que está tudo muito bem do jeito que está, então, laissez-faire.

Se ficássemos extorquindo, colocando mais pessoas em risco ou dando mais prejuízo por aí, já teríamos sido regulamentados.
Mais uma vez ficamos para trás (matéria do Jornal Hoje, 16/10):

"Câmara aprova regulamentação para profissionais da beleza
Agora, depende da aprovação do Senado para que profissões como barbeiro, cabeleireiro e esteticista sejam regulamentadas."

http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1343872-16022,00-CAMARA+APROVA...

pqp - desculpem o termo mas no cabe outro(4)
Concordo !!!

pqp - desculpem o termo mas no cabe outro(3)
Olha concerteza um pouquinho de barulho iria fazer algum efeito, já notaram que é só alguma coisa sair na mídia que rapidinho acontece ?, somos muitos e temos muitos contatos, contatos até que de pessoas influentes. Seria muito interessante levarmos esse assunto a uma mídia televisiva, mas de forma que a própria mídia fosse ficar em cima, cobrando uma resposta.
Alguém por ai não tem contatos que poderiam vir a ser útil? Vamos nos organizar, quem topa? Somos designer, a parte de comunicação visual nós mesmo podemos fazer, a não ser que a Sr.mãe citada acima queira tentar, já que "qualquer" pessoa pode neh...
Fica essa pergunta no ar. Manifesto ajudaria? sujestões abaixo e fiquem a vontade.
Abraços.
Li este texto que explica muito bem o valor da regulamentação (VALE A LEITURA DE TODOS PARA EMBASAR A NOSSA REIVINDICAÇÃO):

Regulamentação do Designer. A quem interessa?
Quarta-feira, 21 de Setembro de 2005
Freddy Van Camp

Nesta discussão com o legislativo sobre a aprovação do Projeto de Lei que regulamenta a profissão de Desenhista Industrial há argumentos de todo tipo sendo utilizados a favor e contra esta reinvidicação de mais de 25 anos por parte dos designers.

O entendimento do que é este profissional começa equivocado na definição dada pelo próprio Ministério do Trabalho e do Emprego que confunde suas funções com as do artista visual. Esta definição, incluída na CBO 2002 a Classificação Brasileira de Ocupações, foi elaborada por três eminentes universidades paulistas e com a colaboração de alguns colegas designers também renomados.

Mas afinal a quem interessa esta regulamentação?

Vivemos em um país onde tudo é regulamentado, até as leis, por maior que isto seja um contra-senso. Temos esta tradição e esta cultura. Mesmo que não se goste disso temos que conviver com esta nossa realidade muito peculiar, forçados e a contragosto. É comum se falar em leis não estarem em vigor, mesmo assinadas e publicadas, pelo fato de não estarem regulamentadas. Talvez por isto tenhamos este péssimo hábito de leis que pegam ou não pegam, não sei. Toda a nossa estrutura é montada em cima deste fato. E o design como profissão plena, quando vai entrar em vigor?

A regulamentação do desenhista industrial interessa, em primeira instância, ao poder público. É ele que necessita do design como fator de agregamento de valor a produtos ou mensagens. Sem uma regulamentação, sem um registro profissional o poder público, seja municipal, estadual ou federal, ou mesmo as empresas para-estatais não pode comprar design por meio de licitação ou concorrência pública, como preconiza a Lei Nº 8.666. Que tal o governo ter que adquirir projetos de design de micreiros, de curiosos talentosos ou de profissionais de tecnologia que tenham talento criativo e artístico.

Se um órgão público fizer uma concorrência para arquitetos somente eles podem participar, pois o que os qualifica para isto é ter uma profissão regulamentada, é possuir uma inscrição no CREA. Você pode ter o diploma de Arquiteto, mas nunca será um, nem poderá exercer a profissão se não tiver o CREA. O mesmo acontece com os advogados, os contadores, os médicos, os dentistas, os engenheiros, os corretores de imóveis, os fonoaudiólogos.

Se o poder público tiver que fazer uma concorrência ou uma licitação específica que se destine aos designers, ou a empresas de design, não tem como fazer isso já que a Lei das Licitações Públicas diz que a única maneira de caracterizar uma profissão é pelo seu registro profissional. Os governos não podem contratar designers por concorrência pública, seja para projetos de identidade visual, sinalização pública de qualquer tipo, para o desenvolvimento de projetos de mobiliário escolar ou hospitalar ou mesmo para projetos de mobiliário urbano ou equipamentos públicos como trens de metrô. Todos esses são projetos de design que tem interesse da sociedade como um todo e não apenas de interesses de pequenos grupos como o MTE acha que é a situação de atuação do designer, e por isto não recomenda sua regulamentação.

A regulamentação interessa ao usuário final, o consumidor do produto, seja bi ou tridimensional. Tudo o que produzimos e que tem contato com o público necessita de um responsável. Por não ser regulamentado o designer não é tecnicamente responsável pelo que produz, seja um site, uma cadeira ou um posto de trabalho que controle uma ponte rolante. Conseqüência disto é que sem um registro profissional não é possível ao designer emitir uma ART, a Anotação de Responsabilidade Técnica, documento necessário pela nossa legislação, por exemplo, para que determinados produtos sejam aceitos em licitações ou em compras públicas onde haja risco para os seus usuários finais. Uma cadeira de trabalho mal desenhada pode ocasionar problemas de postura que se transformam em graves problemas de saúde permanentes para quem a utiliza. Se isto for constatado quem será responsabilizado, o engenheiro ou algum técnico de nível médio que a fabricou e que assinou a ART sem ter competência para isto?

Isto também se refere a postos de controle em veículos públicos, siderúrgicas, Instrumentos médicos ou mesmo em nossos automóveis de passeio onde um display mal posicionado pode induzir a erros de grandes conseqüências, sem falar de outras possibilidades. O mesmo pode acontecer com embalagens de qualquer tipo, sinalizações públicas, folhetos impressos ou sites da Internet, que com projetos deficientes induzem seu usuário ao erro. Quem assina por isto? Quem será responsabilizado? Todos estes são projetos típicos executados por designers e onde a estética tem papel secundário.

Perante o Código do Consumidor, por exemplo, o designer não pode ser responsabilizado pelo seu projeto, mesmo que este tenha defeitos ou ocasione danos ao seu usuário. A nossa “não regulamentação” como designer nos impede de proporcionar condições ao exercício de nossa profissão, resguardando a saúde e a vida da população como preconiza o Ministério do Trabalho e do Emprego, nas diretrizes que propõe para justificar regulamentações futuras.

A regulamentação interessa aos empresários, o cliente, pois o design é uma atividade de alto risco e com algum tipo de fiscalização ele pode se garantir de estar recebendo o melhor de um profissional. Com isso reduz o seu risco ao mínimo necessário, especialmente em termos de investimento, tendo a quem recorrer em caso incompetência e de má conduta profissional. Com a proliferação de cursos no país deve haver obrigatoriamente uma instancia de verificação da competência mínima necessária ao exercício da profissão, além de todas as implicações do descrito acima. Design está entre as áreas que têm especificidades técnicas que precisavam ser avaliadas por especialistas na área, semelhante a carreiras como a dos arquitetos ou dos engenheiros

A regulamentação interessa ao designer, o profissional que por quatro ou cinco anos adquire uma formação e treinamento que lhe dá competência e o intitula a exercer esta especialidade em qualquer tipo de empresa, especialmente nas que tem planos de cargos e salários estruturados. Este plano classifica as profissões em categorias salariais, de competência e de carreira. Para elas são estabelecidos pisos salariais, progressões, planos de aposentadoria, etc. Uma profissão não regulamentada entra em categorias não específicas. Depois de uma carreira inteira, em uma entidade estatal como designer e de nível superior o profissional, por exemplo, não poderá se aposentar como tal, tendo que se enquadrar em uma categoria indefinida, pois não há como alterar sua classificação inicial já que a profissão não é regulamentada.

Passados mais de quarenta anos de existência da profissão e pelo menos vinte cinco anos de luta pela regulamentação, continuamos nesta situação calamitosa de não sermos reconhecidos. Só que neste momento somos algumas dezenas de milhares de profissionais de qualidade, formados em mais de uma centena de faculdades e escolas, públicas e privadas e reconhecidos, inclusive pelo governo como fator estratégico para agregar valor aos produtos reais ou virtuais produzidos por nossa economia.

Portanto não somos uma profissão nova como alegam os contrários a regulamentação. Mas também não somos uma profissão plena. Desde 1980 tivemos cinco projetos de regulamentação em tramitação, todos arquivados por motivos e circunstâncias diversas e continuamos sem este instrumento fundamental de legitimação e reconhecimento que é a regulamentação de nossa profissão.

Temos que ser regulamentados. Temos que ser reconhecidos.

A regulamentação interessa a todos!
É pessoal, eu já tenho 17 anos de formado, fiz mestrado em design e dou aula para formação de designers, e nesse longo tempo de formado já vi algumas tentativas de movimentos em prol da regulamentação, mais sempre se esvaiam !!!! Existem muitos interesses e desinteresse na regulamentação.
Depois que regulamentaram a profissão de motoboy !! eu perdi as esperanças.
Quando meus alunos perguntam alguma coisa sobre a profissão, digo para eles aproveitarem o gás da juventude e cursarem outra faculdade pois eles sempre vão ser " ninguem " entre os profissionais !!!
Acho que falta muita unidade nesse tema, agora existrem várias associações, porém estas não promovem nenhum movimento forte. Já ouvi falar que não seria bom para alguns de seus associados essa tal regulamentação!!!!
li em um blog
"A Decisão Plenária nº 1.352 do CONFEA (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) de 04 de setembro de 2008, respondendo consulta do CREA-MG a respeito da equivalência dos títulos de Técnico de Design de Interiores e de Técnico de Decoração, DECIDIU, por unanimidade orientar os CREAs no sentido que:
a) os cursos de Técnicos em Design de Interiores apresentarem a carga horária inferior a 1.200 horas não deverão ser cadastrados;
b) aos egressos dos cursos de Design de Interiores que apresentarem carga horária igual ou superior a 1.200 horas e perfil profissional, poderá ser concedido o título de Técnico em Decoração (Código 213-02-00) e as atribuições iniciais constantes no art. 2º da Lei nº 5.524, de 1968, e dos artigos 3º e 4º do Decreto 90.922, de 1985. Oras colegas, obtendo o artigo 4º do Decreto 90.922/85, o Técnico em Design de Interiores adquire automaticamente o direito de projetar/executar edificações até 80,00 m²."

e liguei no CREA-DF e fui informada que tal informação é verídica, porém, a universidade deve entrar com o pedido de inclusão do curso junto ao órgão, e que até o momento nenhuma em todo o Brasil fez o pedido.
então decidi ir a minha faculdade e minha coordenadora disse que até a primeira semana de fevereiro irá solicitar a
inclusão. Espero q sim.
Priscila,
o problema é que os formados em curso superior - que são os que tem a carga horaria exigida - são cadastrados como metos técnicos, com atribuições reduzidas... muitas das coisas que estudamos não podemos executar...
nao tem valor algum para mim isso para nós... portanto, melhor fiicar de fora.

RSS

O banner de sua empresa também pode estar aqui.
Entre em contato conosco para saber mais detalhes.
portaldesignbr@icloud.com

Hand Spinner Anti Stress

Fidget Spinner desenvolvido para reduzir o stress e a ansiedade

Fidget Cube Calmante

Um Cubo verdadeiramente Mágico que auxilia no controle emocional, ajudando a manter a calma em momentos de pressão.

Fotos

  • Adicionar fotos
  • Exibir todos

© 2020   Criado por Portal DesignBR.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço

Web Analytics Tweet
ed.designstore@gmail.comarrow_drop_down ed.designstore@gmail.com settingsConta / Meu plano webMeus Sites messageEnviar Notificação restoreAgendar Notificações trending_upEstatísticas languageEnglish languagePortuguês perm_identitySair x Você está atualmente no plano gratuito. Já conhece o nosso plano sem publicidade? shopping_cart ADERIR AGORA ✕ Por favor leia os nossos Termos e Condições antes de utilizar o Pushnews [FECHAR] CRIAR CONTAPERSONALIZARINSTALAR JAVASCRIPTFINALIZAR Por favor coloque o código seguinte na secção do HTML (Pode personalizar todas as mensagens aqui)