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Vai Design!!

CONSELHO NACIONAL DE DESIGN - MATRIZ CURRICULAR - REGULAMENTAÇÂO - CREA?

Colegas,

Na minha opinião não vale a pena "brigarmos" para sermos "acolhidos" pelo CREA como disse a Samantha em outro post. Um Conselho Nacional de Design seria o ideal, assim como existe o Conselho de Medicina onde estão inseridos todos os sub-grupos.

E mais, nós profissionais deveríamos ter acesso ao "texto oculto" da regulamentação e o direito de opinarmos sobre este. Ou, melhor, não poderíamos nós mesmos criar um texto que abrangesse todas as áreas do Design e depois encaminhá-lo para a Câmara através de algum Deputado interessado na classe?
Na verdade esse grupo já não é uma "associação" de pessoas com um interesse em comum?
Podemos juntar nossas forças.
Certamente há algum formado em Direito em nosso meio para ajudar-nos a corrigir brechas antes de encaminhar o projeto para a Câmara... Devemos fazer valer os nossos direitos. Somos os maiores interessados. Alguém entre nós teria a habilidade de escrever o texto? Poderíamos depois postá-lo e colher opiniões até chegarmos a um fator comum. O que acham?

Sou ainda, a favor da unificação da Matriz Curricular - deveria haver uma Matriz Básica, sem as variantes absurdas que existem hoje, qto a outros acréscimos (ementas), ficaria a critério de cada instituição, porém sem comprometer a Matriz Básica. Isso evitaria muitos problemas como já foi discutido em outros posts.

Ainda sobre Design de Interiores:

Segundo a CBO - código brasileiro de ocupações, somos descritos por código e definidos como:

2629 :: Designer de interiores de nível superior

2629-05 - Decorador de interiores de nível superior - Ambientador , Decorador de interiores , Designers de ambientes , Designers de interiores , Planejador de interiores

Descrição sumária

Projetam e executam de forma criativa e científica soluções para espaços interiores residenciais, comerciais e institucionais, visando a estética, a eficiência, a segurança, a saúde e o conforto. Pesquisam produtos, materiais e equipamentos para elaboração e execução de projetos de interiores.

Esta família não compreende:
2141 - Arquitetos de interiores
3751 - Designers de interiores, de vitrines e visual merchandiser (nível médio).

Em vista disso, pra que CREA?

Abraços. Desculpem se cometi algum equívoco. Podem corrigir-me.

Marcia.

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Respostas a este tópico

Márcis...
mais uma informação.... na UEMG a o Projeto Pedagógico é o mesmo para todos os cursos de design e as diferenças estão de acordo com a especificidade de cada área!...acho que já é um caminho!!!

quanto nossa atuação... é preciso esclarecer que não somos "decoradores de roupa nova"...temos um compromisso maior que é trabalhar o espaço pensando em solucionar problemas dispondo de metodologias do design!...

Samantha
Parabens! é isso aí!
Temos que vestir a camisa do design, bater no peito com orgulho, fazer um trabalho cada vez, mais competente e ético para, nos respeitando, exigirmos respeito de todos os profissionais.
Marcia
Não precisamos de CREA, mas precisamos de uma regulamentação profissional que nos dê um conselho (tipo CRD?). Só comentando um fato pessoal: um pedreiro, que executava uma reforma de um cliente meu, com contrato firmado entre ele e o meu cliente, sofreu um acidente, relativamente pequeno. Quis tirar proveito, querendo que meu cliente mantivesse o salario dele durante 90 dias! claro que era absurdo, dado a insignificancia do fato. Mas, se ele tivesse ido para a justiça, como ameaçou, quem estaria ao lado do cliente era eu, designer. Qual a minha competencia profissional legal, perante a justiça?
Outro fato: um médico comete um erro clínico, o paciente tem direito de denuncia-lo ao CREMEB. O eng ou arquiteto, ídem. A cada erro, pode ser responsabilizado inicialmente junto ao CREA. E nós, que garantia legal damos ao nosso cliente? Veja bem, não falo de competencia tecnica, mas em competencia LEGAL!
É por isto e por muitas outras questões que entendo que nossa regulamentação é urgente, e com ela a criação ou incorporação de um Conselho.
Gostei das novas informações Samantha.
Fernando e Lenise, temos que nos unir mesmo. Juntar forças e idéias.

Sobre a importância e o impacto da regulamentação de uma profissão, é necessário primeiramente diferenciar profissão de ofício.
Profissão exige nível acadêmico completo, já o ofício, requer o conhecimento de alguma “arte ou serviço”.
Não é necessário, por exemplo, cursar uma faculdade para consertar aparelhos de tv.
Design não se aprende sozinho! Existem metodologias, normas, ciência...
Partindo deste princípio, podemos defender e lutar por uma regulamentação.
Dois exemplos de Requisitos para regulamentação de uma profissão:
• A regulamentação deve pressupor a existência de qualificação profissional específica, indispensável à proteção da coletividade;
• A regulamentação deve visar ao interesse público.
A regulamentação deve ser feita de forma aberta aos egressos dos cursos. Todos deveriam ter acesso ao texto para entendê-lo e até para opinar.

É bom lembrar que Regulamentar não é obrigar os usuários a contratar profissionais regulamentados. Esse tipo de atitude ou “vício” é infelizmente da cultura do brasileiro. Não existem pessoas que constroem casas sem contratar um arquiteto?

E já cansei de ver pessoas “bem providas” financeiramente que para “economizar” na construção da área de lazer da família, preferem contratar o “pedreiro de confiança” do que contratar o profissional habilitado para fazer e acompanhar o projeto. E muitas vezes o trabalho do pedreiro envolve: demolição, hidráulica, escavação do solo, etc. É o chamado exercício ilegal da profissão. E se houver um sinistro? Quem é nesse caso o responsável legal e sujeito a sanções?
É obviamente o proprietário, ou seja, quem contratou o pedreiro.
Mas, esta pessoa não se dá conta disso, ou finge que nada sabe.

O que quero dizer, é que, esse tipo de problema não será solucionado por nós. Esse tipo de atitude persistirá porque muitas pessoas ainda não se conscientizaram ou sequer sabem que é exercício ilegal da profissão. Infelizmente isso se aplica a diversas áreas do saber.

O importante nisso tudo é o reconhecimento do profissional habilitado, os direitos que teremos a partir daí, a participação em licitações, concursos públicos no âmbito municipal, estadual e federal, entre outras coisas.

A Construção de conselhos fortes e com credibilidade farão com que o mercado se encarregue de eliminar pseudoprofissionais e selecionar profissionais aprovados por estes conselhos.
Fazer sistemas profissionais requer método, disciplina e conhecimento técnico.

Eu li um texto muito bom site www.adegraf.org.br sobre a regulamentação do Design, mas pelo que li, é especialmente para Design Gráfico.

Com respeito à Regulamentação o site informa:
“Regulamentação
Divulgar informações sobre a regulamentação e sobre o projeto de lei, abrir discussão para definição de cargos e atribuições. Atualmente existe um comitê formado por várias associações e universidades que se encontram a cada 3 meses para discutir sobre o assunto. Paralelamente, há um projeto de unificação das associações visando o fortalecimento da classe.
Situação: Está em processo de definição do deputado que irá apoiar o projeto de lei.”
Vejam ainda: http://www.adegraf.org.br/downloads/regulamentacao.pdf - é bom ler para entender.

Acho importante unir forças.
Design Gráfico
Design de Produto
Design de Interiores

Abraços,
Mais informações sobre a CBO - Código Brasileiro de Ocupações - extraído do site do Ministério do Trabalho:

http://www.mtecbo.gov.br/busca.asp

2629 :: Designer de interiores de nível superior
2629-05 - Decorador de interiores de nível superior - Ambientador , Decorador de interiores , Designers de ambientes , Designers de interiores , Planejador de interiores

Descrição sumária
Projetam e executam de forma criativa e científica soluções para espaços interiores residenciais, comerciais e institucionais, visando a estética, a eficiência, a segurança, a saúde e o conforto. Pesquisam produtos, materiais e equipamentos para elaboração e execução de projetos de interiores.

Esta família não compreende

2141 - Arquitetos de interiores
3751 - Designers de interiores, de vitrines e visual merchandiser (nível médio)

Condições gerais de exercício
O trabalho é exercido predominantemente por autônimos, em horário variável, de forma individual e em equipe, sem supervisão. O campo de atuação desse profissional tem experimentado grande expansão nos anos recentes. Seus serviços vem sendo demandados na concepção e montagem de ambientes diversificados: residenciais, industriais, comerciais, seviços financeiros, serviços de saúde, serviços de educação, serviços culturais, administração municipais e estaduais, dentre outros.

Formação e experiência

Essa ocupação é exercida por profissional de nível superior nas áreas de Arquitetura e Decoração.

Áreas de Atividades

A ANALISAR PROPOSTA DE TRABALHO

B CONCEITUAR O PROJETO

C ELABORAR ESTUDO PRELIMINAR

D ELABORAR ANTEPROJETO

E ELABORAR PROJETO EXECUTIVO

F EXECUTAR O PROJETO

G ACOMPANHAR A EXECUÇÃO DA OBRA

H PESQUISAR PRODUTOS, MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

I PROMOVER O CONSUMO

Clicando-se em cada Área é possível listar as atividades
Exemplo:
H - PESQUISAR PRODUTOS, MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

1 Testar produtos, materiais e equipamentos
2 Participar de grupos de especialistas para avaliar produtos e materiais
3 Contribuir para o desenvolvimento de produtos, materiais e equipamentos
4 Criar espaços ou ambientes utilizando novos produtos
5 Participar do lançamento de novos produtos
6 Adaptar materiais para criação de ambientes
7 Criar soluções para portadores de necessidades especiais
8 Pesquisar materiais que garantam a preservação ambiental

Competências pessoais

1 Comunicar-se com diferentes públicos
2 Demonstrar poder de persuasão
3 Participar de exposição e mostras
4 Divulgar trabalhos na mídia
5 Demonstrar capacidade de aplicação de técnicas de representação gráfica
6 Demonstrar capacidade de captar os objetivos do cliente
7 Ser capaz de transmitir informações culturais para o cliente
8 Ser capaz de atender as necessidades do cliente
9 Ter formação de nível superior
10 Demonstrar domínio técnico, tecnológico e científico
11 Exercer liderança
12 Estar capacitado para promover bem-estar, saúde e segurança
13 Prestar consultoria na sua área e áreas afins
14 Ser capaz de ministrar aulas
15 Ser capaz de realizar pesquisas
16 Manter-se atualizado à respeito da aplicação de materiais e equipamentos
17 Manter-se atualizado com as tendências de mercado
18 Demonstrar capacidade de técnicas de informática
19 Demonstrar ética profissional

Participantes da Descrição:

Especialistas
Adriana Siqueira dos Santos Oliveira
Ana Lúcia Rodarte
Carolina Szabó
Daniela Buscaroli
Jéthero Cardoso de Miranda
Marize Malta
Sérgio de Oliveira
Thaís Luz de Oliveira

Instituições
Associação Mineira de Decoradores de Nível Superior (Amide)
Buscaroli Arq-designer e Interiores S/C Ltda.
Carolina Szabó Interiores e Associação Brasileira de Design de Interiores (ABD)
Faculdade de Belas Artes de São Paulo
Faculdades Integradas Teresa Dávila
Sérgio de Oliveira Arquitetura e Decoração Ltda.
Thais Luz - Designer de Interiores
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Instituição conveniada responsável
UNICAMP


3751 :: Designers de interiores, de vitrines e visual merchandiser (nível médio)

3751-05 - Designer de interiores
3751-10 - Designer de vitrines - Vitrinista
3751-15 - Visual merchandiser

Descrição sumária

Projetam e executam soluções para espaços internos residenciais, comerciais e industriais visando a estética, o bem-estar e o conforto. Criam e projetam vitrines, ambientes comerciais e industriais que destaquem e valorizem o produto; projetam programações visuais com os objetivos de estimular o consumo de produtos e de informar o consumidor.

Condições gerais de exercício

Os profissionais da família trabalham, basicamente, no comércio atacadista e varejista, na construção e na prestação de serviços , podendo ser encontrados também em outras atividades, como a indústria. Montam vitrines e estandes em feiras e eventos, criam e desenvolvem campanhas temáticas voltadas para a comercialização de produtos, cuidam da circulação das pessoas e da otimização da apresentação dos produtos internamente às lojas, concebem e executam projetos de design de interiores, levando em conta a estética, a funcionalidade e a ergonomia. Desenvolvem suas atividades individualmente e em equipes multidisciplinares, predominantemente por conta própria, na maioria das vezes sem supervisão. Podem trabalhar em horários variados ou irregulares, conforme as necessidades de seus clientes. Eventualmente, em algumas ocupações, alguns profissionais podem trabalhar em condições especiais, como alta temperatura ou em posições desconfortáveis por longos períodos.

Formação e experiência

O exercício das ocupações da família, atualmente, não requer um nível de escolaridade determinado, pois no mercado convivem profissionais com formação na prática, cursos de curta duração, cursos técnicos de nível médio e formação universitária. Conforme a tendência de profissionalização que se verifica na área, pode-se afirmar que é desejável formação técnica de nível médio ou universitária, dependendo da ocupação. Pode-se demandar aprendizagem profissional para a(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional, exceto os casos previstos no art. 10 do decreto 5.598/2005.

Famílias afins
2141 - ARQUITETOS E URBANISTAS


2624-10 - Desenhista industrial (designer) - Desenhista produto gráfico (embalagem) , Desenhista de páginas da internet (web designer) , Desenhista de produto (agroindústria) , Desenhista de produto (aparelhos e equipamentos hospitalares) , Desenhista de produto (aparelhos e equipamentos para deficientes) , Desenhista de produto (artigos esportivos) , Desenhista de produto (brinquedos) , Desenhista de produto (construção civil) , Desenhista de produto (embalagem) , Desenhista de produto (higiene pessoal) , Desenhista de produto (iluminação) , Desenhista de produto (indústria farmacêutica) , Desenhista de produto (jóias e bijuterias) , Desenhista de produto (máquinas e equipamentos) , Desenhista de produto (material promocional) , Desenhista de produto (mobiliário) , Desenhista de produto (objetos para escritório) , Desenhista de produto (transporte) , Desenhista de produto (utilidades domésticas) , Desenhista de produto de moda , Desenhista de produto gráfico (design editorial) , Desenhista de produto gráfico (design promocional) , Desenhista de produto gráfico (identidade visual) , Desenhista de produto gráfico (papelaria) , Desenhista de produto gráfico (sinalização gráfica ambiental) , Designer , Designer industrial
Formação e experiência


A formação requerida para os desenhistas industriais, também conhecidos como desenhistas de produtos ou designers, é o curso superior completo na área. Há também profissionais de notório saber. No caso dos artistas visuais, a escolaridade não é requisito imprescindível. Registra-se tendência de profissionalização na área das artes, sendo desejável qualificação formal ou informal. O desempenho pleno das atividades, em ambas as ocupações, ocorre com cinco anos de experiência profissional.

Condições gerais de exercício

Ambas ocupações têm em comum o processo de criação e a utilização de conjuntos de técnicas específicas às respectivas áreas de atuação. Diferem, basicamente, quanto à finalidade do trabalho: enquanto os artistas visuais criam e produzem peças únicas ou com tiragem limitada, em resposta a uma encomenda ou não, os desenhistas industriais respondem sempre a uma encomenda e estão voltados para a concepção de peças que serão produzidas em série. Os desenhistas industriais (ou de produtos) podem trabalhar em diversas atividades econômicas, como gráfica, agroindústria, brinquedos, máquinas e equipamentos, transportes etc. A forma de trabalhar também apresenta semelhanças e diferenças, a saber: ambas as ocupações trabalham sem supervisão e em horários irregulares, em ambas predominam os autônomos. Os artistas visuais trabalham de forma individual enquanto os desenhistas industriais em equipe multidisciplinar. No exercício de algumas atividades, ambos podem trabalhar em posições desconfortáveis

Áreas de Atividades

A CONCEBER OBRA ARTÍSTICA OU PROJETO DE DESIGN

B EXECUTAR OBRAS DE ARTES E PROJETO DE DESIGN

C DESENVOLVER PROJETO DE DESIGN, OBRA DE ARTE E CONSERVAÇÃO-RESTAURAÇÃO

D ELABORAR PROPOSTA DE TRABALHO ARTÍSTICO, PROJETOS DE DESIGN E CONSERVAÇÃO-RESTAURAÇÃO DE BEM CULTURAL

E REALIZAR PESQUISAS

F EFETUAR CONSERVAÇÃO-RESTAURAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL

G EXECUTAR CONSERVAÇÃO PREVENTIVA

H DIVULGAR PROJETO DE DESIGN, OBRA ARTÍSTICA E TRABALHOS DE CONSERVAÇÃO-RESTAURAÇÃO

I COMERCIALIZAR PRODUTO, OBRA E SERVIÇOS DE CONSERVAÇÃO-RESTAURAÇÃO

Y COMUNICAR-SE
Clicando-se em cada Área é possível listar as atividades
Meu Deus, quem escreveu essas asneiras? (citadas a seguir:)

"2624-10 - Desenhista industrial (designer) - Desenhista produto gráfico (embalagem) , Desenhista de páginas da internet (web designer) , Desenhista de produto (agroindústria) , Desenhista de produto (aparelhos e equipamentos hospitalares) , Desenhista de produto (aparelhos e equipamentos para deficientes) , Desenhista de produto (artigos esportivos) , Desenhista de produto (brinquedos) , Desenhista de produto (construção civil) , Desenhista de produto (embalagem) , Desenhista de produto (higiene pessoal) , Desenhista de produto (iluminação) , Desenhista de produto (indústria farmacêutica) , Desenhista de produto (jóias e bijuterias) , Desenhista de produto (máquinas e equipamentos) , Desenhista de produto (material promocional) , Desenhista de produto (mobiliário) , Desenhista de produto (objetos para escritório) , Desenhista de produto (transporte) , Desenhista de produto (utilidades domésticas) , Desenhista de produto de moda , Desenhista de produto gráfico (design editorial) , Desenhista de produto gráfico (design promocional) , Desenhista de produto gráfico (identidade visual) , Desenhista de produto gráfico (papelaria) , Desenhista de produto gráfico (sinalização gráfica ambiental) , Designer , Designer industrial"

Nunca vi tanta bobagem escrita junto.
Mais informações sobre a CBO - Código Brasileiro de Ocupações - extraído do site do Ministério do Trabalho:

http://www.mtecbo.gov.br/busca.asp

Confira e questione!
Estou postando também aqui por ser pertinente:

Nós, os profissionais interessados, podemos opinar sobre as definições e atribuições de nossa profissão na CBO através do endereço abaixo conforme nota transcrita:

fonte: http://www.mtecbo.gov.br/informacao.asp#10 - acesso em 16/04/2009 - 00,04 hs

"10. NOTA IMPORTANTE

Esta publicação destina-se aos usuários para uma primeira crítica geral da CBO 2002, antes de sua utilização como código nos registros administrativos. Como a primeira versão de uma classificação, totalmente remodelada, há pontos a serem aprimorados com a ajuda dos usuários.

Para a sua elaboração, o MTE contou com a colaboração voluntária de sindicatos de trabalhadores, patronais, empresas e sete mil trabalhadores que participaram dos painéis de descrição das 596 famílias ocupacionais que compõem o documento, cobrindo 2.422 ocupações e 7.258 títulos sinônimos.

Uma das dificuldades foi compatibilizar o nível de qualificação atribuído à família ocupacional na classificação internacional e o nível de qualificação praticado no mercado de trabalho brasileiro. Há tendência de enxugamento dos grupos de nível 2 (grandes grupos de 4 a 9) e inchaço dos grandes grupos do nível 3 (técnico de nível médio) e nível 4 (nível superior).

Em novas etapas de desenvolvimento das informações pretende-se classificar cada família segundo uma escala de formação e experiência, subsidiada por pesquisas amostrais.

Algumas famílias ocupacionais foram descritas por meio de entrevistas conduzidas diretamente pela DCBO MTE, sem a utilização da metodologia Dacum. São as famílias dos Legisladores (1111), dos Dirigentes Gerais da Administração Pública (1112), bem como três famílias ocupacionais das Forças Armadas (0101, 0102 e 0103).

Para as famílias ocupacionais e ocupações cujo as denominações comportam uma forma masculina e uma feminina, só é dado, em princípio, a forma masculina. O emprego da forma masculina não significa, de maneira alguma, que o acesso a profissão está reservado exclusivamente ou parcialmente a um ou outro sexo.

As sugestões de aprimoramento deste documento deverão ser enviadas ao seguinte endereço:

Ministério do Trabalho e Emprego
Esplanada dos Ministérios Bloco F
CEP: 70059-900 - Brasília - DF
Telefone: (61) 3317-6600/6044
cbo.spes@mte.gov.br" .
muito bom isso Marcia
podemos montar grupos por subáreas e fazer cada grupo uma lista de atribuições de sua área em questão para serem enviadas ao mtecbo.
outra coisa interessante a se fazer é chamar representantes do mtecbo para participar aqui dos debates, assim eles poderão perceber inloco a realidade.
Ótima idéia.
Pra quem tiver curiosidade, veja a quantidade de cursos superiores na área de DESIGN:

Fonte: http://www.educacaosuperior.inep.gov.br/funcional/lista_cursos.asp

Resultado da busca - Foram localizados 463 cursos/habilitações

Páginas de Resultado: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Anexos
Marcia
eu ja tinha feito esse levantamento dos cursos superiores de Interiores quando fiz minha esp em educação superior.
Para minha mono pesquisei nos sites das IES que oferecem este curso as matrizes curriculares e fiquei pasmo com a diversidade e falta de foco da grande maioria.
Existem cursos que oferecem à exaustão disciplinas que em no máximo 1 semestre já está de bom tamanho e outras que mereceriam maior atenção são passadas em módulos irrisórios.
Ao meu ver, para o pleno exercício profissional a formação deveria ser ampliada, extinguindo-se os cursos tecnológicos e todos serem transformados em bacharelado e, dentre as mudanças, uma ampliação da Matriz Curricular.
Esbocei uma Matriz básica para servir de ponto de partida para as IES conforme segue:

Primeiro semestre:
Introdução ao Projeto de Design de Ambientes
Desenho Técnico e Arquitetônico I
Desenho de Expressão e de Observação
Cor e Semiótica
Fundamentos do Design
Materiais e Acabamentos I - Revestimentos
Metodologia de Projetos, Projeto Visual, Criatividade

Segundo semestre:
Ergonomia e Acessibilidade
Desenho Técnico e Arquitetônico II
Materiais e Acabamentos II - Acabamentos
Lighting Design I
História da Arte e Estética I

Terceiro semestre:
Conforto Ambiental I - Acústica
Desenho e Detalhamento de Móveis e Objetos
História da Arte e Estética II
Técnicas de Perspectivas
Informática I
Projetos sociais – visitas técnicas

Quarto semestre:
Conforto Ambiental II - Térmico
Espaços Exteriores
Informática II
Ambientes de Lazer I
História do Mobiliário e Estilo
Detalhamentos Específicos e Especiais
Estágio I

Quinto Semestre:
Instalações Prediais
Técnicas de Pesquisa I
Ambientes de Lazer II
Retrospectivas, Morfologias, Patologias, Restauração e Conservação
Ambientes Comerciais I - Popular
Orçamentos e Controle de Obras
Ambientes voltados para a Saúde
Estágio II

Sexto semestre:
Lighting Design II
Espaços para Arte (Galerias e Museus)
Ambientes Comerciais II – Alto Padrão
Ambientes Residenciais I
Oficina de Maquete e Composição Plástica
Ética, Postura e Legislação Profissional
Estágio III

Sétimo semestre:
Espaços para Moda
Cenografia e Cenotecnia
Vitrinismo e Visual Merchandisgn
Espaços Promocionais
Ambientes Residenciais II
Estágio IV

Oitavo semestre:
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
Administração, Marketing Profissional e Pessoal
Análise de Interiores e Exteriores – Leitura e Crítica
Espaços Especiais Noturnos
Empreendedorismo em Design
Estágio V

Carga horária total em sala de aulas: 2.880 horas
Carga horária total em estágio: 300 horas
Carga horária total: 3.180 horas

Se quiserem posto as especificações, os porquês e esclarecimentos de cada uma destas disciplinas.

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